A madrugada dourada
Sinto-me cansado de existência. O que nos resta amigos?
Deve faltar-me virtuosismo. Há anos não ostento a lucidez da certeza, só uma espécie de caos de ordem. Digo que tudo isso é perigoso, pois não me dou à precaução alguma. E talvez essa insegurança acabe maior que o fato em si.
Por que descrevo? Até que ponto uma moral sustenta, limita uma pessoa? Quando conhecemos e a praticamos durante anos, sua trivialidade nos torna lânguidos. Ou ela jamais se banaliza?
Porém acredito sentir seu fardo. Há possibilidade e viabilidade de mudança, ou apenas caos de ordem?
0 Comments:
Postar um comentário
<< Home