Os Poetas antigos animaram todos os objetos sensíveis com Deuses e Gênios, nomeando-os e adornando-os com os atributos de bosques, rios, montanhas, lagos, cidades, nações e tudo quanto seus amplos e numerosos sentidos permitiam perceber.
E estudaram, em particular, o caráter de cada cidade e país, identificando-os segundo sua deidade mental;
Até que se estabeleceu um sistema, do qual alguns se favoreceram, & escravizaram o vulgo com o intento de concretizar ou abstrair as divindade mentais a partir de seus objetos: assim começou o sacerdócio;
Pela escolha de formas de culto das narrativas poéticas.
E proclamaram, por fim, que os Deuses haviam ordenado tais coisas.
Desse modo, os homens esqueceram que todas as deidades residem no coração humano.
domingo, abril 30, 2006
terça-feira, abril 18, 2006
quarta-feira, abril 05, 2006
à laboriosa abelha não sobra tempo para tristezas
Simples assim. A incoerência perante uma série de atribuições e preceitos retos. Caos de ordem.
Simples ao ponto de todos o termos vivenciado, densamente ou não. Mas penso no quanto podemos suportá-la, quão flexível é esse nosso cordão. E o quanto somos tomados a direção grave... Bem, isso é tudo sabido.
O que me dizem de uma nova moldura para a moral? Isso é descabido. Descabido pois não há quem a crie só. O ser humano é ser intrinsecamente social e coletivo.Talvez possa haver sim uma mudança de padrões morais, mas que gozam fundamentalmente de mesmos preceitos.
Espero, na verdade, que haja apenas o reconhecimento concreto da inconstância humana.