segunda-feira, abril 23, 2007

If You Tolerate This Your Children Will Be Next (?)

Libraries gave us power
Then work came and made us free
But what price now for a shallow piece of dignity

I wish I had a bottle
Right here in my dirty face to wear the scars
To show from where I came

We don’t talk about love we only want to get drunk
And we are not allowed to spend
As we are told that this is the end

A design for life

(...)

quarta-feira, abril 11, 2007

da vida;

"A arte existe para que a verdade não nos destrua."

quarta-feira, janeiro 24, 2007

da vida;

há na vida talvez uma dose de imortalidade, mas jamais qualquer dose de certeza.

domingo, janeiro 21, 2007

Não necessariamente sobre a morte, mas... ainda assim, sobre a morte.

She said "I know what it's like to be dead.
I know what it is to be sad"
And she's making me feel like I've never been born.

I said "Who put all those things in your head?
Things that make me feel that I'm mad
And you're making me feel like I've never been born."

She said "you don't understand what I said"
I said "No, no, no, you're wrong"
When I was a boy everything was right
Everything was right

I said "Even though you know what you know
I know that I'm ready to leave
'Cause you're making me feel like I've never been born."
She said , she said "I know what it's like to be dead"
I know what it's like to be dead
I know what it is to be sad...

(She Said, She Said, uma das mais menosprezadas músicas dos Beatles, cortesia do sr. John Lennon)

quarta-feira, janeiro 17, 2007

As esquinas da natureza estão sob a vigília da morte justa. O sabemos por conhecer as árvores, as plantas, os animais e a metafísica. Então ao sermos imparciais e puros nos apunhalamos. Quando de posse de consciência rara tudo é mais agudo, também a felicidade.

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Ora,

Você é pretensioso Tristero.
Conheceria Bukowski e não trocariam uma palavra.
Pensaria em beber mais (todos o sabem e por aí dizem).
Ao fim, sua boca cerebral passaria a ter contrações, vomitaria.
Veríamos um desaguadouro de arte contínua e discreta,
travestidos de pessimismo teórico e retórico.
E todos abençoados por arte pura.



(grande merda o Bukowski.)

Esse negócio aqui... daqui a pouco, vai pro Limbo!


fragmentos "levemente selecionados":


hoje choveu. bastante. poderia acontecer de um arroubo lírico desencadear em mim uma torrente poética de sublime beleza. nada aconteceu. faltou-me o domínio da técnica. ou talvez a disposição do artista em acreditar-se dotado de uma visão privilegiada do mundo. faltou o tempo.

o que sobrou? algumas inquietações. sobretudo a pungente aflição de que eu posso subtrair do artista a sua aura de encantamento. alguns gritarão que isto é a racionalização burra de um processo criativo e o solapamento da possibilidade de divergência em um mundo construído em tons de cinza. em um primeiro momento eu acreditaria nisso.

mas...

o artista "funcional" (e aqui eu falo até mesmo dos artistas de rua, dos mambembes e todos os que tomam para si a alcunha de artista), em primeiro lugar, não produz por espasmos. ele produz por antecipação, cálculo lógico e objetividade. quer o deleite ou a apreciação estética de terceiros. quer pagamento em troca da arte oferecida, quer reconhecimento. como bom humano, ele deseja.

o que difere um artista do outro é o tipo de desejo. alguns preferem dinheiro, outros a justificação de seu comportamento excêntrico e desviante, a obtenção de distinção, a compulsão em expressar-se. normalmente, por questões práticas, o artista responde aos seus múltiplos desejos e necessidades.

há quem diga que o Estado detém o monopólio da violência. os artistas, por sua vez, encarregam-se do monopólio da expressão artística e da construção de subjetividades. existiram artistas libertários e artistas nazistas. a diferença entre eles está no campo moral, coisa que não pode ser medida.

grande merda tudo isso...

gostaria de ter conhecido o Bukowski


sábado, novembro 18, 2006

Se acredito na sorte, acredito em Marilyn Manson.